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segunda-feira, 21 de abril de 2014

Annunnakis 1 capitulo

"Façamos o Homem à Nossa Imagem e Semelhança"
Com quem Deus conversava quando reverenciou sua criação no Gênesis? O Antigo Testamento afirma, em Gênesis 1:26, que no momento da criação do homem não havia apenas um deus, e sim deuses que conversavam entre si. Inúmeras religiões acreditavam na participação de vários deuses na criação do homem. Os Vedas atribuem a criação do homem a divindades como Indra, Varuna e Agni. O poema épico de Mahabarata conta que, há milhares de anos, deuses visitavam a Terra em suas carruagens de fogo. Muitas idéias evolucionistas foram introduzidas em nossas mentes por intermédio da religião e da ciência. De acordo com Spinoza, deve ter havido um motivo para terem contado tantas mentiras à humanidade.
Não há na mente vontade livre ou absoluta, mas a mente é determinada a acreditar nisso ou naquilo por uma causa que é determinada por outra causa, e assim ao infinito. (Spinoza)
Afinal, quem eram os protagonistas da criação do homem?
No princípio as sombras dos gigantes tremulavam pela Terra, enquanto os pterossauros voavam pelo céu e outros répteis se guerreavam mutuamente.
Quando os deuses da Antigüidade chegaram à Terra, eles empurraram a porta sagrada da vida, trazendo as sementes da linhagem de Amélius, a mais pura descendência genética humana para serem germinadas. Todavia, eles precisavam trabalhar com a polaridade de nosso planeta. Para estabelecer o equilíbrio entre o bem e o mal, eles sopraram o fôlego angelical nas narinas dos homens, dando início à alma vivente. (Gênesis 2:7)
A informação bíblica é um procedimento cirúrgico, no qual foi introduzido o gene réptil ou a mancha do pecado nas narinas do ser humano. Porém, antes de "sujar" a raça humana, os deuses preservaram uma linhagem de homens puros, a Real Linhagem Sacerdotal da Suméria, da qual descenderam os patriarcas do Evangelho. Por causa desse apêndice de origem réptil, o homem se tornou agressivo e com um aguçado instinto reprodutor. Dessa forma, o momento da criação do homem foi marcado pela presença da serpente do Éden, tão citada pelos trechos evangélicos e por todos os escritos da Antigüidade.
Um primata superdotado corrompeu o DNA humano, introduzindo um gene maligno para impedir a encarnação do verbo. (Trechos Mesopotâmicos)
 Você já percebeu que em todas as ilustrações sobre a criação do homem existe a presença da serpente?
A raça serpente ou reptiliana é a raça que forneceu o apêndice reptiliano introduzido no homem e que está presente na Terra desde primórdios. Na Índia, as serpentes são os nagas, que vivem no subterrâneo e são associadas à sabedoria. Para os astecas, Quetzalcóatl era o deus do Saber, denominado Kukulcán por culturas pré-colombianas. Na China e no Japão, a tradição fala de tempos imemoriais nos quais o mundo era governado pelos reis-dragões, e que eles tinham a capacidade de mudar da forma draconiana para uma forma com aparência humana. Na essência, todas as religiões, textos evangélicos, apócrifos e sânscritos narram a mesma história sobre o início da humanidade. Em todos os episódios da criação do homem, os textos mencionam a presença da serpente no momento da criação.

A serpente é a representação da raça reptiliana, que esteve presente desde a criação do homem e pela qual herdamos o gene réptil, responsável pela agressividade do ser humano.
Entre os animais, a serpente era notável. Entre todos eles, ela tinha as mais excelentes qualidades e, em muitas coisas, lembrava o homem. Como os homens, andava sobre duas pernas e era tão alta quanto um camelo. Seus dons mentais superiores fizeram com que ela se tornasse traidora. Ela tinha inveja do homem, tinha inveja do sexo humano. Foi punida por ter tentado Eva. Deus disse: Eu criei você para reinar entre os animais, para andar ereta. Mas você não estava satisfeita, então, vai andar sobre o próprio ventre. (Manuscrito de Nag Hamadi)
A mitologia estuda os mitos de diferentes culturas. Porém, todas elas descrevem deuses em comum e com denominações diferentes. O deus Apoio era conhecido pelo mesmo nome pelos gregos e pelos romanos. Ele viajava pelos céus, controlava o tempo, ensinava astronomia e as técnicas de construção para os homens. Ele aterrissava sua nave no Monte Olimpo e decidia o destino dos mortais. Há semelhanças entre o deus Thor da mitologia nórdica e o deus grego Zeus: ambos viajavam em carruagens celestes e portavam armas que direcionavam feixes de energia, capazes de destruir cidades inteiras.
Os corpos deles estavam cobertos por uma pele córnea que era brilhante como a luz do dia, como uma veste luminescente. Então suas mentes se abriram porque, quando comeram, a luz do conhecimento brilhou para eles. E quando viram seus criadores, eles odiaram-nos porque tinham formas bestiais (...)
(Manuscrito de Nag Hamadi)
É pouco provável que civilizações de países distantes e de épocas tão diferentes pudessem inventar deuses em comum e com características tão peculiares. De uma coisa estejam certos: todos os deuses citados pela mitologia possuíam formas bestiais, que em nada se assemelhavam aos homens. Então, por que afirmam que o homem foi criado à semelhança dos deuses? Eles semearam na Terra a Linhagem de Amélius, considerando-a tão evoluída que ficaram temerosos de que a sua inteligência se sobrepusesse à deles. Foi por isso que eles introduziram o apêndice reptiliano no homem, a fim de que a glândula pineal, uma glândula do cérebro humano, se atrofiasse, definhando a capacidade intuitiva e aumentando a agressividade do homem. Com o estímulo agressivo aguçado, a raça humana se depredaria mutuamente, não aumentando tanto em termos populacionais. Porém, o apêndice réptil também estimulou a vontade que o homem tem de procriar. O estímulo de procriação aumentado preservou a raça humana ao longo dos tempos. Os raros Amélius que foram preservados da sujeira do DNA reptiliano originaram os hebreus, uma raça evoluída que viveu na Terra. Foram esses que escreveram o Torá, os cinco primeiros livros de Moisés e também parte do Antigo Testamento. A linguagem utilizada nesses livros foi uma linguagem santa, em que cada letra é um símbolo representando um arquétipo e suas letras compõem uma figura geométrica, a qual é a mais fidedigna forma de cada entidade espiritual, que ainda permanece em algum lugar do Universo. Esses homens foram os sacerdotes da tribo de Levi. Homens de linhagem pura como Moisés, Abraão e outros patriarcas. Eles foram os privilegiados com a vida longa, chegando a viver em média 600 anos.
Geneticistas descobriram uma particularidade comum na ancestralidade israelita dos sacerdotes judeus descendentes de Abraão. A particularidade do DNA desses sacerdotes foi chamada de Haplótipo Modal Cohen, o CMH. O fator hereditário era tão valorizado em tempos do Antigo Testamento que apenas os descendentes de Moisés e Abraão podiam se tornar sacerdotes do Templo de Jerusalém. Essa regra foi implementada desde o primeiro Tabernáculo até a destruição do Templo por Tito, no ano 70 d.C. O status sacerdotal do Haplótipo Modal Cohen era transmitido pelo cromossomo y, indicando que o sacerdote descendia do único ancestral que viveu em 3.000 a.C. Todos os homens que possuíam essa ancestralidade comprovada pelo CMH eram considerados homens da tribo de Levi, os sacerdotes de raça pura.
Não seria essa a pureza de raça tão procurada por Adolf Hitler, a qual ele temia estar presente nos judeus?
Não achei referências bibliográficas que mencionem o hermafroditismo ou a androginia em seres de Amélius. Porém, encontrei referências sobre hermafrodita ou seres com dois sexos nos documentos das antigas civilizações. No Hermitage de Leningrado existe uma cópia da estátua de Policies, do século V a.C., cuja representação é de um ser humano hermafrodita, contendo seios e genitália masculina. Em várias outras obras de arte da Antigüidade são retratadas figuras bissexuais, como a Yênus barbuda dos cipriotas, o Arofitos, com corpo de mulher e genitália masculina. O hermafroditismo é estudado pela Midrash, por meio do Judaísmo, compondo um Adão hermafrodita, considerando-se que os Adões étnicos eram andróginos bissexuados com imagem dos deuses. Segundo Heródoto, no antigo país habitado por nômades nas mediações
do Mar Negro existiam os enaneus, que eram homens com aspecto de mulher. Foi também onde viveu Afrodite, deusa que gerou Hermafrodito, o deus que possuía órgãos sexuais de ambos os sexos. Tudo indica que os homens hermafroditas estavam biologicamente aptos para evoluir e seguir seu curso na história. Segundo Heródoto, Plínio e Platão, o hermafrodita existiu por um período muito longo. Fico a pensar na miscelânea de raças e criaturas bizarras viveram na Terra. E seria difícil de acreditar se não fossem as evidências arqueológicas como fósseis, estatuetas, escritas cuneiformes, hieróglifos e um arsenal de provas que testemunham que uma diversidade de criaturas não humanas habitou o nosso planeta.  
Figura 2 - Estatuetas de reptilianos encontradas nas ruínas das cidades de Ur e Eridu, datadas de 5.000 a. C. As estatuetas e representações de humanos com feições de lagartixa ou serpente são características do sul da Mesopotâmia.
Todas as confirmações são necessárias para não abandonarmos essa verdade no crivo de nossas descrenças, assim como a ciência parece ter abandonado as mesmas informações ao léu da casualidade.
Ora, naquele tempo havia gigantes na terra; e também depois, quando os filhos de Deus possuíram as filhas dos homens, as quais lhes deram filhos; estes foram valentes, varões de renome, na Antigüidade. (Gênesis 6:4)
Mencionar histórias de gigantes em um livro de especulação científica parece ser coisa de maluca. (De fato, verdade e loucura são limítrofes). A história de gigantes é tão real que pode ser comprovada por provas arqueológicas. Pelo visto, eles tinham sentimentos. Um gigante que vela o outro na tumba não pode ser irracional. Uma mulher gigante que morreu com seu filho atracado nos braços demonstra ter possuído sentimentos que foram além da defesa de sua prole. Em 1895, Dyer encontrou durante suas escavações mineralógicas em Antrim, na Irlanda, um gigante fossilizado. Esse gigante possuía 3,70 metros de altura, 1,97 metro de circunferência torácica, 1,37 metro de comprimento de braços e pesava duas toneladas, dotado de aparência e morfologia humana. Outro fóssil gigante que foi encontrado em 1895, em Bridlevale Falls, Califórnia, Estados Unidos, dentro de uma tumba, era uma mulher segurando uma criança.
Porém, Saul e os homens de Israel se ajuntaram e acamparam no vale do carvalho, e ordenaram a batalha contra os filisteus. E os filisteus estavam em um monte de um lado, e os israelitas estavam em um monte do outro lado. Então saiu do arraial dos filisteus um homem guerreiro, cujo nome era Golias de Gate, que tinha de altura seis côvados e um palmo.
(Samuel 17:2-4)
Os gigantes viveram na Babilônia. Segundo manuscritos, eles andavam acompanhados pelos nefelins. Os nefelins foram os deuses que caíram do céu, os supra-humanos que possuíam características reptilianas aladas. As histórias sobre essa arcaica raça de deuses são tão antigas quanto a própria história da humanidade. Aparecem no contexto cultural-religioso das grandes civilizações da Suméria, Babilônia, Índia, China, Japão, México e América Central. A civilização egípcia adorava mais de 365 nefelins. O termo nefelin aparece duas vezes na Bíblia hebraica. Vários textos antigos mencionam que eles apresentavam caudas e/ou asas conforme sua hierarquia.  
Figura 3-O Gigante de Dyer. Foto publicada na revista britânica Strand.
Naqueles dias havia os nefilins na Terra, e também depois, quando os filhos do verdadeiro Deus continuaram a ter relações com as filhas dos homens e elas lhes deram filhos; eles eram os poderosos da Antigüidade, os homens de fama. (Gênesis 6:4)
Na teologia cristã, católica, ortodoxa e protestante, o termo anjo caído se refere a um anjo que foi expulso do Paraíso e exilado para a Terra. Esses anjos cobiçariam o poder do mundo e instilariam sua fúria e seu veneno contra a humanidade ao longo dos tempos. Eles são os reptilianos.
A propósito, onde está escrito que eles abandonaram a Terra?

sábado, 27 de outubro de 2012

A teoria das cordas e antigos ensinamentos



Em milênios antes de Cristo, como mostrou o Mahabharata, o príncipe Krishna já falava sobre uma realidade muito além da esfera acanhada do ego. Dissera à Arjuna, por exemplo, dentre outras coisas, que “para além dos sentidos, para além da mente, para além dos efeitos da dualidade habita o Eu”, assim “o que é irreal não existe, e o que é real nunca deixa de existir; os videntes da verdade compreendem a íntima natureza tanto disto quanto daquilo, a diferença entre o ser e o parecer”. [1]
De igual maneira, milênios antes de Jesus, agora na China, o filósofo Lao-Tsé diria em seus versos peculiares – “assim são as coisas físicas, que parecem ser o principal, mas o seu valor está no metafísico”. 
[2]
Bem depois, o príncipe Siddharta Gautama, Buda, na fronteira entre o Nepal e a Índia, novamente, ensinava sobre a vacuidade deste mundo e desta vida material, falando sobre uma outra realidade. Em seus últimos ensinamentos, diz ele “maravilhai-vos com o princípio da transitoriedade e dele aprendei a vacuidade da vida humana; não alimenteis vãos desejos de que as coisas mutáveis se tornem imutáveis”. 
[3]
Sócrates e seu discípulo Platão, aos seus turnos, chamaram esta outra realidade de mundo das idéias, que deveria ser o causal e para onde os indivíduos iriam depois da morte, liberação do pensamento
[4], fundamento do ser.
Jesus, ao seu modo, dizia que o Reino dEle não era deste mundo
[5]. Outrossim, falava - “em casa de meu Pai há muitas moradas” [6]. Apontando, nesta última ocasião, a verdade da existência de diversas dimensões. Isto porque se a casa de Deus é o universo, não só os planetas podem ser as moradas, mas, igualmente, o mundo espiritual e, dentro deste, os diversos estágios vibratórios.
Modernamente, ainda, um livro surgiu e conseguiu resumir, em seu bojo, estes e outros ensinamentos da humanidade. Através das pesquisas de Allan Kardec, codificar-se-ía “O Livro dos Espíritos”. Com ele, pois, aprende-se que “o mundo espiritual é o mundo normal, primitivo, eterno, preexistente e sobrevivente a tudo. O mundo corporal é secundário; poderia deixar de existir, ou não ter jamais existido, sem que por isso se alterasse a essência do mundo espírita”. 
[7] Além disso, “os não encarnados ou errantes não ocupam uma região determinada e circunscrita; estão por toda parte no espaço”. [8] E, por estarem em toda parte, os seus céus e os seus infernos são exteriorizações dos seus estados íntimos que faz com que eles vibrem em faixas que se lhes afinem. Completa, ainda, o eminente francês que, no mundo dos espíritos, ou das idéias, “o meio em que se encontra (o espírito), o aspecto das coisas, as sensações que experimenta, as percepções que possui, variam ao infinito”, “lá também há – completa Kardec -, pois, várias moradas, embora não sejam nem circunscritas nem localizadas”. [9]

- O quê se pode deduzir com a Teoria das Cordas? 
[10]

Muito provavelmente, até pouco tempo atrás estes assuntos até aqui abordados seriam tidos como, no máximo, belos. Dificilmente, porém, como científicos, ou como tendo alguma probabilidade matemática de existir e de ser verdade.
Até há pouco tempo, porém. De lá para cá, muita coisa mudou.
Com a herança de Newton, tinha-se certeza que, no universo, só existiam três dimensões, e que o tempo era, indubitavelmente, absoluto. Este pensamento vigorou por largos anos. E não era por menos. Esta teoria satisfazia as observações que se podiam fazer até então. Além disso, ela era bem simples, fácil de se trabalhar e de se entender.
Na primeira metade do século XX, no entanto, a comunidade científica se viu mexida em seus fundamentos. Esta teoria não mais conseguia explicar as novas observações. Isto porque, se ela é muito boa para fenômenos que se desenrolam em velocidades pequenas, torna-se bastante incapaz de explicar aqueles que acontecem em velocidades iguais ou muito próximas à da luz. E, quando uma teoria começa a passar por tais situações, quando levam a infinitos, imprescindível se faz, sob o risco de se retardar o progresso da ciência, desenvolver-se uma mais abrangente.
Foi o que aconteceu. Logo, relativamente, surgiu a Teoria da Relatividade, primeiramente restrita, depois geral, concebida por Albert Einstein. Neste momento, então, descobriu-se que, além das três dimensões habituais, existe uma quarta – o espaço-tempo -pois que o tempo e o espaço não são absolutos, mas dependem do observador; além disso, não são tão independentes assim.
Necessário, ainda, era surgir uma outra que pudesse explicar, diferentemente da Relatividade, os episódios em escalas extremamente pequenas. Desenvolveu-se, assim, a Mecânica Quântica. Buscando-se, porém, até hoje, uma unificação entre elas, através da descoberta de uma outra teoria que englobe as duas.
Continuando, porém, neste avanço da ciência, em particular da física quântica, em 1984, apareceu a chamada Teoria das Cordas. Antes dela, pensava-se que uma partícula fundamental era puntiforme, ocupando apenas um ponto do espaço. Com ela, no entanto, estas partículas passaram a ser vistas como pequeninos pedaços de corda, que têm comprimento, mas nenhuma outra dimensão. Em um dado momento, então, elas ocupariam, agora, uma linha no espaço.
Com esta teoria arrojada, muitas mudanças viriam se impor nas concepções humanas. Dentre elas, entretanto, vale destacar a dedução de que existem, não apenas quatro dimensões, mas de dez a vinte e seis outras!
Ora, mas se elas existem, por que, de ordinário, não as percebemos? Responde o respeitável Dr. Stephen Hawking – “a sugestão é de que as outras dimensões não são como as dimensões a que estamos acostumados” -. 
[11]
Como seja, e por isso mesmo, comparando-se aqueles antigos ensinamentos com estes modernos modelos quânticos, pode-se indagar: o mundo das idéias de Sócrates/Platão, ou mundo espiritual, não estaria nestas outras dimensões propostas pela teoria das cordas; outrossim, os diferentes estados que o espírito pode sentir neste mundo espiritual, estas outras moradas, como propusera Allan Kardec, não estariam também nestas vinte e seis dimensões?


Leonardo Machado

(artigo originalmente publicado na Revista Internacional de Espiritismo)

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A Civilização mais antiga do planeta !!!!!!!!



Desde 1995, mergulhadores e cientistas japoneses estudam uma das mais importantes descobertas arqueológicas do planeta, misteriosamente ignorada pela imprensa ocidental. Localizada a alguns quilômetros da ilha de Yonaguni, estão os restos submersos de uma cidade muito antiga. Muito antiga MESMO! Os estudos geológicos calcularam a idade destes monumentos como tendo 11.000 anos de idade, o que os colocaria como uma das edificações mais antigas do planeta. 



Ao longo de mais de uma década de explorações, mergulhadores já haviam localizado nada menos do que oito grandes estruturas feitas pelo homem, incluindo um enorme platô com mais de 200m de comprimento, uma pirâmide no mesmo estilo das aztecas e maias (constituídas de 5 andares e alinhadas de acordo com pontos cardeais), bem como um conjunto completo de zigurates, demarcando áreas e regiões específicas no platô.Assim como são “coincidências” o fato das pirâmides do Egito estarem alinhadas com a constelação de Orion (Osíris), as pirâmides encontradas na China alinharem perfeitamente com a constelação de Gêmeos, os Templos astecas de Tecnochtitlan estarem alinhados com a constelação de Urso, Angkor Wat (aqueles templos que a Lara Croft explora no Cambodja) estarem alinhados com a constelação do Dragão e assim por diante. 



Uma estrutura que se pensa ser a construção mais velha do mundo, com quase duas vezes a idade das grandes pirâmides do Egito, foi recentemente descoberta. A formação retangular de pedras abaixo do mar na costa do Japão poderia ser a primeira evidência de uma desconhecida civilização anterior a Idade da Pedra, dizem os arqueólogos. O monumento tem 600 pés de largura e 90 pés de altura e foi datado com pelo menos 8.000 a.C. Equipe do dr. Masaaki Kimura, da Universidade de Ryûkyû, exploram o sítio arqueológico submarino. Escadarias, rampas, terraços, entalhes na rocha e outros indícios da "mão humana", como ferramentas. Yonaguni pode ser o mais antigo consjunto arquitetônico da história. A Okinawa Roseta é um achado arqueológico de Okinawa. No arquipélago de Ryûkyû, a 480 km a sudoeste de Okinawa - Japão, as águas em torno da ilha de Yonaguni escondem um conjunto de misteriosas ruínas magalíticas. O território, de 28,88 km² e uma população de pouco mais de mil e setecentas pessoas, atraiu a atenção de historiadores, arqueólogos e outros cientistas quando, em 1985, um mergulhador descobriu as magníficas estruturas de pedra submersas nas águas que circundam a ilha. 



Quando fotos do lugar foram divulgadas, imediatamente começou a polêmica sobre a origem dos terraços e escadarias. Muitos estudiosos recusaram aceitar que as ruínas sejam de construções feitas por mão humana. As formas geométricas, os ângulos muito certos, foram atribuídos a "agentes naturais". Entretanto, outros pesquisadores afirmam que o fundo do mar de Yonaguni é o túmulo de uma próspera civilização possivelmente mais antiga que Suméria, Egito, Índia ou China. Em 1997, dr. Masaaki Kimura, professor da Universidade de Ryûkyû, PHD em geologia marinha, publicou A Continent Lost In The Pacific Ocean, onde defende a teoria da civilização submersa; no mesmo ano, uma equipe da universidade empreendeu estudos no sítio arqueológico. Em 04 de maio de 1998, partes da ilha e das ruínas foram sacudidas por um terremoto. Depois do abalo, foram realizadas filmagens submarinas. Constatou-se que haviam surgido novas estruturas de forma similar aos zigurats da Mesopotâmia. Estes seriam, então, os edifícios mais antigos do mundo. Foram encontradas marcas nas pedras que evidenciam o trabalho feito nelas, incluse entalhes. Também foram achadas ferramentas e uma pequena escadaria. A hipótese de formação natural em Yonaguni tornou-se, então, pouco plausivel. 



O Enigma da Face Submersa, 18 metros abaixo da superfície, surge uma cabeça megalítica, um rosto de pedra gasto pela erosão das águas que faz lembrar as cabeças de pedra de outros lugares antigos: Moais, no Pacífico; La Venta, Golfo do México. Há 6 mil anos, as ruínas eram terras emersas, ligadas ao continente. A elevação do nível dos mares ao longo de eras fez submergir territórios como os da costa de Yonaguni. Há especulações sobre a "identidade" da civilização sepultada naquelas águas. Muitos falam em Atlântida mas, se parte de uma "civilização perdida" repousa no leito daquele mar então o mais certo é que seja a Lemúria ou Mu, ainda mais antiga, chamada pelos esotéricos de civilização da Terceira Raça.

Sumerios


antropologia alienígena, exobiologia
Nibiru, o Décimo Segundo Planeta
OS DEUSES ASTRONAUTAS DA SUMÉRIA

por Lygia Cabus
Links Relacionados:
Annunaki ─ A Criação dos Mundos em Busca de Ouro
Cientistas Encontram Genes de Extraterrestre em DNA Humano


 

DIREITA: Ut’napishtim, o Noé da Suméria, resgata Gilgamesh do meio dos oceanos durante o Dilúvio provocado pelos Anunnaki.

Os sumérios descreviam nosso sistema solar como um conjunto de 12 corpos celestes significativos. Na linguagem zodiacal, estes astros são todos chamados"planetas", embora, entre eles, os antigos incluíssem a Lua e o Sol. Isso significa que os mesopotâmicos, não somente possuíam um inexplicável conhecimento astronômico; eles também afirmavam a existência de planetas que somente a ciência contemporânea pôde reconhecer, como o longínquo Plutão, hoje destituído de seu status planetário; os misteriosos Urano e Saturno e o até hoje desconhecido porém procurado 12º planeta, este que os sumérios denominavam Nibiru. Ora, se os sumérios, há 6 mil anos, estavam corretos em relação aos nove planetas reconhecidos hoje porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação a Nibiru? Meditemos...

 
Há seis mil anos atrás, os Sumérios conheceram um planeta chamado Nibiru. Era o planeta de origem de um povo descrito pelos antigos como "raça de deuses". Os nativos de Nibiru visitaram a Terra no passado influenciando decisivamente a cultura humana. Artefatos e tabuletas cuneiformes de argila e pedra encontradas no Iraque referem-se claramente a um planeta de onde vieram viajantes cósmicos.

 
A herança deste remotos alienígenas aparece na avançada tecnologia dos sumérios e de outros povos ao redor do mundo. Muitas relíquias não são acessíveis ao público que, assim, desconhece essa face da mitologia mesopotâmica. No caso dos sumérios, sua cultura é a mais antiga do Ocidente. Entretanto, seu sistema matemático e o calendário permanecem atuais.

Aos poucos, a pesquisa sobre Nibiru começa a aparecer, ainda que o planeta seja chamado por outros nomes, como 12º planeta ou "planeta da cruz" (Planet of the crossing). Os sumérios tinham doze corpos celestes em seu zodíaco, contando o sol e a lua e mais DEZ Planetas que, afirmavam, pertencem ao nosso sistema solar.

Hoje os cientistas estão procurando este planeta misterioso nos confins do espaço; a NASA se empenha nessa pesquisa e os especialistas investigam porque já têm certeza de que o "Planeta X" existe. Observado há milhares de anos passados, Nibiru não é visto nos céus contemporâneos. Isso acontece porque a órbita do 10º planeta (12º astro dos sumérios) é uma elíptica extremamente alongada. Durante milênios, o globo se mantém longe do sol e da vista dos terráqueos, muito além da órbita de Plutão.

Os viajantes de Nibiru que chegaram à Terra são chamados Anunnaki e foram considerados deuses. A tradição conta que os Anunnaki possuíam "servos" que eram "seres andróides". Não eram seres vivos mas agiam como se fossem.

 

Zecharia Sitchin

Zecharia Sitchin é lingüista, perito em escrita cuneiforme (suméria) e em muitas outras linguagens antigas. Em 1976, publicou The Tewlfht Planet e assim começou sua trajetória transformadora da pesquisa da história antiga. Em 1993, lançou seu sexto livro, parte da série de Earth Chronicles (Crônicas da Terra) - When Time Began.

Este último livro fala das relações entre o complexo calendário de Stonehenge, as ruínas de Tiahuanacu, no Peru, a antiga cultura suméria e, por extensão, a conexão desses monumentos antigos com os Anunnaki. Sitchin defende que os Anunnaki não são uma alegoria ou criação fabulosa dos sumérios; antes, são seres humanóides que habitam o misterioso planeta Nibiru.






 
A órbita excêntrica, extensa de Nibiru, faz com que o planeta passe milênios totalmente invisível à observação no centro do sistema solar. Zecharia Sitchin acredita que quando a posição de Nibiru é favorável, ciclicamente, os Anunnaki - habitantes de Nibiru - visitam a Terra e interferem no curso da história humana. O ano de Nibiru corresponde a 3 mil e 600 anos terrenos, período regular de intervalo entre as visitas dos Anunnaki.

 
Sitchin já decifrou mais de dois mil cilindros e fragmentos de cerâmica com inscrições da Mesopotâmia, alguns de 4.000 a.C., que fazem parte do acervo de museus de todo o mundo. Um desses fragmentos, que se encontra na Alemanha, indica que a Terra é o "sétimo planeta", contando a partir de Plutão. Ocorre que Plutão somente foi descoberto pela astronomia moderna no início do século XX. Como os sumérios poderiam saber de tal coisa?

O lingüista acredita que, na antiguidade, seres extraterrenos conviveram com antigos mesopotâmicos e foram os "instrutores", os deuses da humanidade dos primeiros tempos históricos (pós-advento da escrita).

Comparando as mitologias da Criação de diferentes culturas, verifica-se a coincidência dos mitos, que são recorrentes nas referências a uma "colonização" ou instrução das primeiras nações humanas por seres superiores, que vieram do espaço e se encarregam de ensinar aos homens primitivos as "artes" que caracterizam as civilizações.
 

Sempre buscando a identidade desses "instrutores celestes", Sitchin começou sua jornada pelo mundo das cidades antigas e dos grandes impérios do passado. Uma de suas conclusões mais significativas afirma a existência, em Marte, de uma estrutura alienígena, artificial, de forma piramidal, situada na região denominada Cydonia. Essa pirâmide não é a única; sua distância em relação a outra estrutura semelhante é proporcionalmente idêntica à distância que existe entre a Esfinge e as pirâmides do Egito.

Essas relações entre pirâmides podem significar que elas servem como marcos topográficos para viajantes celestes, como os Annunaki, tanto na Terra quanto em Marte. Sitchin acredita que as pirâmides de Gizé não foram um realização dos egípcios. Em 1993 foi divulgada a descoberta de que a Esfinge é dois mil anos anos mais antiga do que se pensava, o que reforça a teoria de Sitchin.

O Buraco de Saddam

Polêmico, Sitchin fundamenta suas teorias em rigorosas traduções dos textos sumérios, escrituras Védicas (indianas) e textos originais da Bíblia escritos em hebraico e grego. O local, na Terra, de chegada ou aterrissagem dos Annunaki é uma região chamada Eridu, sul do Iraque. A dificuldade de captura de Saddam Hussein decorreu do fato de que seu esconderijo, o "buraco" onde foi encontrado o ditador, é parte de uma pirâmide construída na antigüidade e desconhecida dos arqueólogos que trabalham naquele país.


 











 

 
O Céu do Hemisfério Sul

A NASA localizou uma maciço e negro objeto cósmico nos céus do hemisfério sul, fato que pode justificar a recente reativação de telescópios na Argentina e no Chile. Sitchin, que visitou vários observatórios astronômicos da antigüidade, constatou que todos privilegiam a visão do quadrante sul e também estão localizados na mesma latitude da Terra. Muitos desses observatórios permitem medir com exatidão o nascer do sol e da lua. É possível que esse notável interesse pelo céu tenha sido motivado pela expectativa de um retorno desses alienígenas que foram, no passado, considerados criadores e instrutores da raça humana.



A tradução do alfabeto cuneiforme, da Mesopotâmia, para o alfabeto atual, invenção atribuída aos fenícios.



 

MISTÉRIO DE TIAMAT: O OUTRO NOME DA TERRA


Há 500 mil anos atrás o planeta Terra não se chamava "Terra". O nome "Terra", do grego gaia, é uma inovação recente. Seu nome mais antigo é Tiamat. Era um lugar completamente diferente do que é hoje e localizava-se no espaço em outra posição, mais distante do sol, entre Marte e Júpiter. Marte, que ficava mais perto do sol era, então, completamente habitável, com um clima temperado e água abundante em estado líquido. Este fato, embora não divulgado, já foi amplamente verificado pela NASA e outros grupos científicos.

Tiamat estava mais próximo da estrela Sírius (ou Sothis, como a chamavam os antigos egípcios). O sistema planetário de Sírios e o sistema da estrela que chamada Sol eram parte de um mesmo e único sistema maior, parte de uma unidade cósmica. Os dois sistemas ainda são gravitacionalmente conexos com um terceiro sistema, outro fato que começa a ganhar espaço nos meios científicos.

O "Sistema Regional de Sírius" evoluciona em torno de um sol central chamado Alcyone, estrela situada na constelação das Plêiades ou "Quadrante das Plêiades". O conjunto Sol-Sírius-Alcyone descreve uma órbita ao redor do centro da galáxia (Via Lactea) em direção da estrela de Sagitário. Todo o movimento orbital do mega-sistema tem uma duração de 200 milhões de anos. Este grande ciclo deve completar uma revolução em 21 de dezembro de 2012, data prevista pelos maias para a deflagração de uma catástrofe mundial apocalíptica.
FONTE: SOLÀRION, Robertino. A Brief History Of Planet X Nibiru, 2003. IN APOLLONIUS.NET

 

 
Os Anunnaki
por Jason Martel
tradução: Ligia Cabús
 

Anunnaki: na língua suméria significa "Aqueles que desceram dos céus"; para os hebreus eramNefilim, Elohim; em egípcio, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos anos são o fundamento da teoria de que uma avançada civilização proveniente de um planeta distante, porém pertencente ao sistema solar do qual a Terra faz parte, chegou ao golfo Pérsico a cerca de 432 mil anos atrás; eram os Anunnaki. Os visitantes estelares colonizaram a Terra com o propósito de obter grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.
 

Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a decair; os operários das minas (terráqueos) começaram a se rebelar contra as condições de trabalho e os Anunnaki, então, decidiram criar um ser que pudesse substituir os humanos primitivos. O experimento de engenharia genética teve de ser refeito.

Enki, cientista genético e Ninhursag, chefe de medicina, criaram híbridos usando material dohomo erectus, de animais e dos próprios Anunnaki. O resultado foi o homo sapiens, que veio ao mundo para ser escravo! Os primeiros homens, sendo híbridos, não se reproduziam. Novos ajustes foram feitos e, assim, a espécie pôde procriar.

 

Quando os sapiens tornaram-se muito numerosos, parte deles era expulsa das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se no planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores.

Essas uniões eram férteis, produziam prole. Era uma situação inaceitável para a maioria dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada - a humanidade - provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há cerca de 12 mil anos atrás.
 

Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas situadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, mas também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em todo o mundo.
 

Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sociopolítico fortemente hierarquizado.

Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência dos Anunnaki: eram os "Iniciados", versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio "colégios" - os "colégios dos mistérios".



A Evidência Astronômica

A prova definitiva da veracidade da tradição suméria seria o reconhecimento científico de um décimo planeta (ou 12º astro) no sistema solar, ou seja, a "descoberta" de Nibiru com tamanho, órbita e outras características descritas nos registros da Mesopotâmia.

Plutão foi descoberto em 1930 e Caronte, sua lua, em 1978. A análise de Plutão mostra que determinadas peculiaridades da órbita deste planeta e também das órbitas de Urano e Netuno somente podem ser explicadas pela existência de um planeta desconhecido que deve ser bem maior que Plutão e mesmo a Terra.


Entre 1983 e 1984, o IRAS - Infrared Astronomical Satellite produziu observações relacionadas a um décimo planeta. Em 1992 novas descobertas foram publicizadas sobre um planeta a mais no sistema, denominado "intruder - "planeta intruso".

Os cientistas começaram, então, a confrontar os dados da astronomia com as traduções de Zecharia Sitchin, em especial, a tradução do documento Enuma Elish, que contém a história da formação deste sistema solar. São anais muito antigos que falam de um planeta do tamanho de Urano chamado Tiamat, cuja órbita passa entre Marte e Júpiter.
 

O grande planeta Nibiru foi capturado pela força gravitacional do sistema solar e sua entrada no conjunto causou anomalias nas luas dos outros planetas. Nibiru colidiu com Tiamat e enormes fragmentos entraram na órbita da Terra. Um desses fragmentos veio a ser a Lua.

O interesse de antigos e contemporâneos por Nibiru decorre de uma questão muito prática. Os relatos arqueológicos são claros: a passagem deste planeta a cada 3 mil e 600 anos nas proximidades da Terra produz efeitos sensíveis na realidade ambiental; catástrofes são desencadeadas.

A passagem de Nibiru é, possivelmente, a causa da mudança nos pólos da Terra, dos regimes da marés, dos padrões climáticos, dos desvios da órbita e choque com asteróides que são arrastados pelo "intruso". Nibiru pode ter provocado, por exemplo, a extinção da vida em Marte ou o fim da época dos dinossauros.




A Evidência Documental

O registro histórico documentado da existência e das realizações dos Anunnaki começaram a aparecer desde os primeiros anos do século XIX. A escavação de antigos sítios arqueológicos mesopotâmicos revelaram uma avançada civilização Suméria. Milhares de lâminas de argila contêm escrituras relacionadas não somente com às questões do cotidiano, como o comércio, os casamentos, as ações militares e sistema de cálculos astronômicos; as tábuas cuneiformes também falam dos Anunnaki.

Fica evidente que os sumérios sabiam perfeitamente que aqueles aliens eram criaturas vivas, de "carne e osso". A Biblioteca de Assurbanipal, apesar de ter sofrido um incêndio, não perdeu nada de seus documentos feitos de argila, resistente ao fogo. Assim, foram preservadas 400 tabuletas cuneiformes que contêm a história dos tempos arcaicos, sem falhas; uma espécie de "cápsula do tempo" feita de barro cozido. São estes documentos que contam a saga dos Anunnaki.



A Evidência Genética

Os registros sumérios localizam o laboratório, onde os Anunnaki criaram o homo sapiens na região leste da África Central, próximo às minas de ouro. É uma área que coincide com o lugar onde foi encontrado o mais antigo DNA mitocondrial, pertencente ao fóssil que ficou conhecido como Lucy. Os arqueólogos também encontraram ruínas de minas de ouro de 100 mil anos.

Os documentos descrevem, ainda, os avanços da engenharia genética. O rápido progresso da espécie humana sapiens, que chega a Marte apenas 250 mil anos depois de começar a realmente "sair das cavernas" é notavelmente anômalo diante dos milhões de anos que foram necessários para consolidar os membros mais antigos do nicho dos homo erectus

 

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Annunaki

Há 450 mil anos atrás extraterrestres humanóides chegaram por aqui, nesse planeta. Estavam passando pelas redondezas a bordo de sua nave mãe – NIBIRU, quando avistaram um lugar lindo cheio de vida selvagem.

Na verdade estavam à procura de um minério essencial para a sobrevivência de sua nave – o ouro - que andava com sérios problemas técnicos, pondo em risco a vida de diversas raças que coabitavam o mesmo espaço (NIBIRU) em harmonia. Esses seres moradores desse planeta/nave foram batizados pelos Sumérios por Anunnaki que significa – Aqueles que desceram do céu.
Nibiru é um planeta com dimensões enormes – maior que Júpiter. Ele orbita ultimamente em nosso sistema solar (isso nem sempre foi assim) em uma rota em forma de elipse, por isso não podemos vê-lo com facilidade. Sua passagem por nós leva 3.600 anos – o equivalente a 1 ano Anunnaki – seu trajeto atravessa o cinturão de asteróides (Kuiper Belt) entre Marte e Júpiter (deu pra entender o porque da freqüência de asteróide ultimamente?)

Nibiru foi designado pelos povos antigos pelo signo da CRUZ. A palavra NIBIRU foi traduzida pelos Sumérios (a civilização mais antiga da humanidade que se tem notícia – 4.500 mil anos aC -) como “planeta que atravessa” ou que passa. Ou seja, a cada 1 ano Anunnaki (3.600 nossos) eles dão uma passadinha por aqui para ver como vão as coisas...

Os Anunnaki detém uma capacidade tecnológica que os capacitam a viajar no tempo e espaço. Coisa que para nós é filme de ficção científica.

Sua chegada até esse planeta teve como princípio a mineração de ouro, a exploração via mar, mas a coisa não fluiu muito bem e resolveram retirar do solo. Os textos contam que eles estavam em número de 600 em terra e outros voltaram com Nibiru. Mas a coisa começou a esquentar nas minas Africanas, pois não havia cerveja, futebol e mulheres o que desencadeou um motim!
Enki, um dos filhos do Senhor dos Anunnaki (ANU) idealizou a construção de um escravo para realizar esses serviços humilhantes. Enki até sugeriu que pegassem como material genético inicial uns macacos espertos que desarmavam suas armadilhas de caça, já que eram bem inteligentes e tinham um jeitão bem parecido com um homem (homo erectus), mas que precisava de um bom upgrade para fazer o trabalho dos Anunnakis

Vc deve estar pensando... e esses homos erctus, de onde vieram? Por favor, não vai dar para eu falar sobre isso agora. Pesquisem sobre Panspermia, ajuda aí, né!? É muita história para contar...
O UPGRADE

Os ETs que dominam a genética pegaram o DNA do Homo erectus e uniu com o dos Anunnaki. ENKI sabia que esse primata, assim como todos os seres da Terra, possuíam material genético compatível com os de Nibiru, porque aqui a vida teria se iniciado com esporos orgânicos (Panspermia) trazidos de lá, após a colisão com Tiamat. Pesquisem isso também.

ENKI e sua esposa NINTI (ETs médicos) extraíram o óvulo de uma fêmea primata (Homo Erectus), fertilizando, in vitru, com o espermatozóide de um macho Anunnaki e implantaram no útero de uma fêmea Anunnaki.

Uma história que nunca foi explicada. “Eles” deram o nome de “Mitos da antiguidade”
Sitchin em seus livros ressalta que durante as experiências empíricas desses cientistas nibiruanos, para a criação do servo ideal, fizeram várias tentativas com outras espécies de mamíferos, anfíbios, répteis, aves e peixes.

Essa misturada danada de genes deu péssimos resultados. Mesmo com todo avanço tecnológico havia erros na mistura. Esses erros foram resultados de seres antropomórficos, de aspecto exótico ou monstruoso, conhecidos, ao longo da história, como quimeras - consideradas como imaginação popular de uma época...
Vai ter imaginação assim na...

São eles os Centauros (homem cavalo) cíclopes (gigantes com um olho na testa), harpias (mulheres aladas), tritões (homem, anfíbio, metade peixe), sereias (metade peixe), minotauros (homens touro), hidras (bichos com varias cabeças), górgonas (meduzas), sátiros (homens com rabo de cavalo (literalmente), ouvidos, nariz de porco, pés de cabra)

Placas sumérias com anotações de ENKI, à respeito dessas experiências, revelaram que muitos tinham sérias disfunções biológicas, mas outros se adaptavam bem e desenvolviam, inclusive com alto grau de inteligência.

Esses mitos são frutos de terríveis estudos de engenharia genética. Hoje não nos chocaria tanto, pois sabemos que podemos clonar qualquer coisa ou colocar orelhas humanas em ratos!

No início esses seres detinham um posto de Semi-Deuses. Por isso os povos os adorarem – o Deus da música, o Deus das águas, e o Deus disso e daquilo. O politeísmo pode ser justificado assim.

A partir do momento que a civilização foi crescendo, ficando mais informada, esses seres ganharam uma visão ameaçadora. Já não eram mais tão engraçadinhos assim... As crianças já não queriam mais um minotauro no Natal...

Personagens conhecidos na história como Gilgamesh (pesquisem sobre essa figura), Perseu e Hércules combateram e perseguiram essas criaturas até sua extinção.

Após muita prática, ENKI enfim conseguiu criar um ser bem interessante que foi nomeado de ADAMU (Adão para os íntimos). A partir do DNA desse belo ser uniu com o DNA de sua esposa NINKI dando assim origem a primeira fêmea apta a procriação.

Assim que receberam o “fruto do conhecimento” sobre seus potencias de acasalamento, Adão e Eva puderam seguir com a ocupação da Terra dando origem a uma nova raça – ser humano. Homo Sapiens = homem sábio.

Sitchin diz ainda, que o mito da "serpente tentadora" do Éden, se refere ao termo "Nahash" (Portador do Conhecimento), um dos muitos epítetos de ENKI, que o deixava muito envaidecido, enaltecendo suas habilidades científicas.

ENKI portava um cajado de metal em forma de haste circundante por duas serpentes. Isso te lembra alguma coisa? A palavra "mãe" se originou de MAMI, um dos epítetos suméricos de NINTI, a Senhora que nos deu a Vida.

A prole de Adão e Eva também foi clonada por ENKI para acelerar e ampliar a descendência e as gerações futuras gerando mais e mais humanos de agradável aparência física (os primeiros escravos não eram lá essas coisas) e portadores do gene de longevidade Anunnaki, embora vivessem bem menos que eles. Alguns atingiram a idade de mil anos de vida. Exemplos desse fato foram os personagens Matusalém, Noé e Enoque, que foram alguns dos principais patriarcas pre-diluvianos.

Essa característica genética foi mantida até as primeiras dinastias egípcias, quando então começou a se deteriorar, porque o próprio relógio biológico dos Anunnaki ficou debilitado pela vida neste planeta. O ciclo circadiano diferente reprogramou seu DNA para as condições terrestres.

Ao longo das gerações, esses escravos deixavam de ser apenas trabalhadores ou escravos nas minas. Aprenderam novas tarefas como cozinhar lavar, passar levar as crianças pro colégio...
Com tanto talento e poucas fêmeas Nibirinas por perto... os Anunnaki gostaram das fogosas humanas e matinham relações sexuais com elas diariamente dando origem a uma raça de novos Deuses – Homens e Anunnaki.

Daí vc imagina o que aconteceu – Tudo quanto foi ET queria dar uma volta com uma humana... surgiu dessa mistura híbridos gigantes chamados Nefilins, anakins, refains ou titãs.
Aos novos seres humanos meio homem meio Deus, foram lhes ensinado a fazer espadas, facas, escudos, couraças, espelhos, bijuterias, tintas e corantes, fabricação de cosméticos, e usar pedras preciosas. A ter posses e delimitar terras.

As Escolas de Mistério dariam a seres escolhidos a aprendizagem sobre feitiçaria, da importância do movimento dos corpos celestes, o uso de raízes e plantas para a medicina, astronomia, astrologia etc. e tudo mais relativo a que hoje, nós damos o nome de paranormalidade.

Sitchin afirma que, segundo os sumérios, a estatura média dos Anunnaki era de 3,5 a 4m atingindo até 7m e que seus descendentes titãs mantiveram esse nível.

As lendárias civilizações da Lemúria e Atlântida teriam sido as primeiras erguidas por esses seres, que conviviam com a humanidade, e foram adorados como deuses e semi-deuses.

Essa mistura de raças não agradou ao chefão ANU. Tudo ficou de cabeça pra baixo. Não mais sabiam quem era ET ou humano. Eles se copulavam entre famílias – filhos com pais, irmãos com irmãs... muita confusão.

Com a aproximação da data da chegada de NIBIRU, movimentos no planeta desencadearam – vulcões, terremotos, asteróides, tsunamis - mudando o clima do planeta (muito parecido com o que estamos passando agora)

Um conselho galáctico foi formado para decidir o que fazer com o pessoal lá de baixo já que NIBIRU já estava a caminho e iria fazer um estrago danado ao se aproximar da Terra.

"Viu o Senhor que era grande a maldade do homem na terra, e que toda a imaginação dos pensamentos de seu coração era má continuamente. Então arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem na terra, e isso lhe pesou no coração. E disse o Senhor: Destruirei da face da terra o homem que criei, tanto o homem como o animal, os répteis e as aves do céu; porque me arrependo de os haver feito." Gênesis 6:1, 7.

Não preciso dizer que ANU adorou a ocasião, pois já estava irritado com aquele bacanal, resolvendo assim apagar essa civilização da face da Terra. Passar uma borracha em tudo aquilo que foi feito por seu filho cientista. A coisa ficou fora de controle.

O conselho não se entendia e os negativos venceram os positivos no voto sobre a aniquilação da espécie humana.

Os positivos foram proibidos de alertar os humanos do que viria pela frente.

ENKI ficou inconformado com a perda de todo seu trabalho de anos. Tão bonitinho os humanos... Foi aí que teve a idéia de (secretamente) avisar a um sumério chamado Ziusudra – Noé para íntimos – para pegar um grupo de humanos e algumas espécies de animais e plantas diferentes para serem salvas da terrível catástrofe que estava por vir com a chegada do NIBIRU.Além dos eventos climáticos, os pólos iriam se inverter gerando dias de imensa escuridão e pavor.

Os Anunnaki então partiram felizes da vida para sua Nave mãe – NIBIRU - achando que haviam destruído tudo e todos.

Bom, o resto da história a gente já sabe e parece que eles também ficaram sabendo que os danados dos humanos não foram extintos.

Entendam a grandiosidade do trabalho do Prof Sitchin para nossa era. Há toda nossa história traduzida, argumentada e exemplificada com riqueza de detalhes que só alguém muito alienado pode recusar a ver!

Vc ainda pensa: “Mas se isso tudo for verdade, porque não nos avisaram sobre tudo isso?”

Instrumentos de repressão, como a Ordem dos Cavaleiros Templários e a Inquisição, foram usados para suprimir esses conhecimentos da humanidade e mantê-los nos porões da igreja católica ou sob o domínio de obscuros rabinos.

Por que? Vc faz idéia daquele que passou toda sua existência indo a igreja, beijando padre, rezando para um Deus que desejou aniquilar vc da Terra por que disse que somos pecadores!

Imagine vc se esse povo soubessem que a expressão "ser feito à imagem e semelhança de Deus", refere-se à uma mesquinha manipulação genética de uma espécie semi-humana por outra super-humana, resultando numa outra espécie humana para fins de escravatura!!

Como vc acha que esse povo se sentiria?!

A bíblia e o alcorão, versões cristãs e islâmicas do Antigo Testamento, são compilações de antigas escrituras sumérias e mesmo os textos Vedas hindus, tiveram uma mexidinha pelos babilônios.
O que aconteceria com a Igreja Católica, se as pessoas tomassem conhecimento de que são herdeiras genéticas de alienígenas?

Os cristãos se perguntariam: "Então não somos feitos à imagem e semelhança de Deus? Então Adão não existiu?"Não irei para o céu?!”

Intencionalmente foi planejada uma versão histórica da humanidade para dar continuidade a essa submissão aos cleros e aos governos seculares e manipuladores, que há milhares de anos se organizam em sociedades secretas, manipulando o antigo conhecimento mesopotâmico!

Eu peço que vc reflita:
A NASA já sabe de NIBIRU desde sempre! Se ela vier a público dizer que é possível a existência de Nibiru, logo... os Anunnaki também existem!
Se os Anunnakis existem, logo a história de que a cada 3.600 anos há uma catástrofe sem precedentes é justa!
E se isso não bastasse, há vida inteligente e que UFOS e ETs não são coisas de um maluco qualquer!
E, se as catástrofes são iminentes... logo, estamos perdendo tempo nos questionando se isso é verdade ou não!
Sitchin foi consultor pessoal dos generais norte-americanos Colin Powell e Norman Schwarzkopf, durante a guerra do Golfo. Powell tinha um particular interesse na organização militar dos sumérios.
Nos últimos quinze anos os militares norte-americanos se mudaram para a região que foi o berço da civilização suméria.
Coincidência? Deixo essa para vc pensar.
Laura botelho

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