Face a Face




Em 1977, técnicos da NASA admitiram ser autêntico o famoso manto de linho que mede 4,36m de comprimento por 1,10m de largura. Reconheceram que, seja o que for que tenha produzido a imagem, o feito é de origem desconhecida.

Em 1979, descobriu-se uma marca sobre o olho direito ... que corresponde à uma moeda do tipo Lepton Simpulum, que estava em circulação entre os anos 29 e 32.
A presença dos traços de moedas foi confirmada pelos investigadores. São marcas arredondadas, não visíveis a olho nu, nem mesmo no negativo fotográfico. O pesquisador Francis Filas, identificou uma delas:



Lepton Simpulum


A segunda marca, foi identificada pouco depois: outra moeda, cunhada por Pilatos em homenagem a Júlia, mãe do imperador romano Tibério, em 29 d.C.

Colocar moedas sobre os olhos dos mortos, para (além de outras crenças) manter as pálpebras fechadas, fazia parte dos ritos funerários judaicos daquela época. Outros povos, as colocavam também, sob a língua do falecido.




Em 1983, com autorização da Igreja, o Sudário passou por várias experiências. E, na Academia da USAF, (Força Aérea dos Estados Unidos) em Colorado Springs, o professor de física Dr. Erick Chamber e o professor de Engenharia Eletrônica Dr. John Jackson, submeteram as fotos da imagem, ao mesmo processo de análise que é usada em prospecção espacial. O aparelho, chamado VP8, funciona como um holograma, (Sobreposição das ondas refletidas por um objeto sob ação de raios laser) dando forma tridimensional à imagem plana.

Se no mesmo aparelho, fosse colocada uma fotografia convencional, a projeção na tela do monitor ficaria distorcida e irreconhecível, porque em uma imagem impressa, a luz só é registrada em altura e largura; nunca em distancia e profundidade.

 


Não existe outra imagem plana, nem antiga nem moderna, que fique tridimensional; a imagem do Sudário, é a única no mundo que fica tridimensional.

Os técnicos então, concluíram que "uma energia desconhecida" produziu a imagem no tecido, mediante ausência de gravidade; ou seja, o corpo levitou, ou foi erguido durante a impressão, por alguma coisa que, logicamente, se posicionou acima dele, enquanto era envolto em radiação intensa; e, a imagem aparece apenas no lado interno do tecido, o que descarta o uso de tintas ou corantes.

As costas e o peito, estão abaulados, e não planos como deveriam estar em um corpo que se apóia em uma pedra sepulcral. Parece que o cadáver se vaporizou, emitindo um calor intenso e desconhecido, o que teria sido responsável pela impressão das marcas. É muito provável que, no momento em que se produziu a radiação, o corpo estivesse levitando realmente, por isso, não ficou aplainado.

O corpo descolou-se do linho, sem a mínima alteração de suas fibras, sem arrancá-las nem modificar os traços de sangue entre o corpo e o tecido.

Os pontos destacados do corpo produziram manchas mais escuras que as cavidades e depressões, fato esse que explica também os delicados nuances das impressões. A natureza dos vapores que agiram sobre o pano, eram exalações de amoníaco úmido, resultantes da fermentação de uréia, a qual é excepcionalmente abundante na transpiração proveniente de torturas físicas.

A imagem negativa, que possibilitou uma melhor visualização, só se tornou conhecida depois da invenção da fotografia no século XIX. É duvidoso que a qualquer artista anterior a essa época houvesse ocorrido pintar uma imagem em negativo exato, que nenhum artista, mesmo hoje, poderia reproduzir com tamanha precisão.
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Os "antigos" costumavam espalhar aloés em pó nas mortalhas para melhor preservá-las, e esse fato, tornou o linho do Sudário quimicamente sensível à ação de vapores de amônia, o que produziu manchas pardas. curioso é o que se verifica na ferida do pulso: ao contrário do que se vê nas imagens comuns, em que o prego atravessa a palma da mão; na verdade, a perfuração do prego se deu justamente no ponto mais razoável anatomicamente: a base do pulso; a palma da mão, não suportaria o peso do corpo. Outro cravo enorme, atravessou ambos os pés.


Antes de envolver os mortos em linho, os antigos costumavam lavá-los e untá-los. No caso do Mandylion, o corpo foi simplesmente envolto no longo pano polvilhado de antemão com a usual mistura de aromas, inclusive aloés em pó, e, embora o corpo estivesse coberto de suor e sangue, não foi lavado, nem de outro modo preparado, antes da inumação. E isso aconteceu porque ia iniciar-se o Sabá, ou o Dia de Repouso dos judeus, o que tornou necessário o adiamento dos processos normais.

Dimensões: 4,36m/de/largura/por/1,10m/de/altura
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Fontes: revistas Scientific American / Seleções do Reader's Digest / Galileo


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íntegra da matéria publicada na Revista Galileo



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veja também: o relatório do governo da Judéia para o imperador romano: Carta de Publius Lentulus



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